From Titan
Modo larga-e-some pra ESTUDAR um problema DIFÍCIL ou uma decisão que PESA — dispara vários ângulos EM PARALELO (agentes independentes), pesquisa o que o mundo e outras empresas já resolveram, levanta um LEQUE de candidatas, confronta cada uma com o Codex em mais de uma rodada, verifica o que se sustenta, re-cava o que ficou aberto, e entrega as soluções viáveis COM VEREDITO. Vai sempre fundo (estudo raso não é estudo): se você só quer uma resposta rápida sobre uma decisão que JÁ tem em mente, isso é a /Titan:gpt-refletir, não esta skill. NÃO executa a solução (quem executa é /auto-prompt) — para na recomendação. Acionar quando o usuário disser '/auto-think <problema>', 'auto-think', 'estuda isso a fundo', 'pesquisa e me traz a melhor forma de fazer X', 'investiga esse problema de vários ângulos', 'confronta as opções e decide', 'qual o melhor caminho pra <algo que exige estudo>', 'pensa nisso e volta com solução', 'larga isso pra estudar' — mesmo sem citar 'auto-think'. NÃO acionar pra pergunta factual rápida nem decisão pequena e reversível que dá pra responder direto sem estudo, nem pra EXECUTAR/implementar uma tarefa (isso é /auto-prompt), nem pra planejar um produto novo do zero (isso é /planejar).
How this skill is triggered — by the user, by Claude, or both
Slash command
/Titan:auto-thinkThe summary Claude sees in its skill listing — used to decide when to auto-load this skill
Modo de trabalho pro usuário **largar um problema difícil e sumir** — e voltar com solução
Modo de trabalho pro usuário largar um problema difícil e sumir — e voltar com solução
pronta pra decidir. O auto-think não executa nada: ele estuda a fundo. Pesquisa, ataca o
problema por vários lados ao mesmo tempo, levanta um leque de candidatas, confronta cada uma
até sobrar só o que aguenta porrada, e entrega as soluções viáveis com veredito (a
recomendada + as alternativas reais). Quem executa a escolhida depois é o /auto-prompt —
esta skill só pensa.
Repo-agnóstica: serve pra problema técnico ("qual a melhor forma de fazer X no sistema"), de decisão ("vale a pena trocar Y por Z"), de investigação ("por que isso acontece e como resolve"), ou de pesquisa pura ("o que o mundo já resolveu sobre isto").
A fronteira que define tudo:
/planejar = desenhar um PRODUTO novo do zero antes de codar./auto-prompt = EXECUTAR uma tarefa e entregar feito.auto-think = ESTUDAR um problema a fundo e entregar solução(ões) recomendada(s). Não executa.Se no fim o usuário quiser rodar a solução escolhida, o ponteiro é: "quer que eu execute a A? → /auto-prompt". O auto-think nunca cruza essa linha sozinho.
Esta skill existe pra quando o problema é difícil e vale gastar pensamento de verdade. Por isso o padrão não é meio-termo — é fundo: muitos ângulos em paralelo, pesquisa externa, um leque de candidatas, confronto em mais de uma rodada. Um auto-think que entrega uma resposta rasa "falhou", mesmo que a resposta esteja certa — porque o pedido foi estudar, e estudar raso não é estudar.
É sempre fundo — não tem mais "modo rápido". Antes existia um modo leve quando você pedia
"rápido/só o essencial"; ele saiu. O motivo: quando o que você quer é uma resposta rápida sobre
uma decisão que você JÁ tem em mente, o caminho é a /Titan:gpt-refletir (confronto avulso e
direto) — não o auto-think. Aqui, se foi chamado, vai fundo. A skill nunca decide sozinha
"acho que isso é simples, vou de raso" — na dúvida entre raso e fundo, vai fundo, porque foi
pra isso que foi chamada.
O custo entra avisado, nunca como freio. Ir fundo gasta mais (Codex em mais rodadas, pesquisa, agentes paralelos). Isso aparece na entrega como nota de transparência ("rodei N ângulos, M confrontos") — mas não é desculpa pra entregar menos. O usuário escolheu esta skill sabendo que ela é a cara.
Pisos concretos do modo fundo (pra não recair no mínimo):
Quer rápido? Use a outra skill. O atalho pra "me dá um parecer rápido sobre isto" deixou de
morar aqui — ele é a /Titan:gpt-refletir, que confronta uma decisão pronta sem o estudo de
vários ângulos. O auto-think é a ferramenta de estudar a fundo; pedir pra ele ser raso é
pedir a coisa errada.
Como o auto-think só estuda (não envia, não apaga, não deploya), o perigo aqui não é quebrar sistema — é entregar raciocínio bonito mas errado vendido como verdade. Pesquisar é a parte fácil; qualquer um junta links. O valor está em atacar os próprios achados até sobrar só o que se sustenta. Por isso o confronto é em mais de uma rodada, e a honestidade ("prova ou silêncio") vale igual aqui, mesmo sem dado real em risco.
O contrato de honestidade e segurança é o mesmo do /auto-prompt:
../auto-prompt/references/protocolo.md. Leia antes de começar. O resumo operacional do que
mais importa pro auto-think está abaixo.
O auto-think pode investigar o sistema do usuário — código, banco, arquivos — e isso pode esbarrar em dado real de paciente/aluno, em senha ou em chave. A etapa de confrontar manda o material pro Codex (OpenAI, fornecedor externo), e a pesquisa pode mandar trechos pra web. Logo:
Antes de qualquer coisa sair pro Codex ou pra web, mascarar dado real de pessoa (nome, CPF, telefone, email, endereço) e qualquer credencial (token, senha, chave). Vai o RACIOCÍNIO do problema; não vai a identidade de quem quer que seja.
Como mascarar sem perder o sentido: troca por etiqueta estável (PACIENTE_1, ALUNO_A,
TELEFONE_X, TOKEN_***), preservando a estrutura pra o confronto ainda fazer sentido. Se o
problema SÓ faz sentido expondo o dado real → para e pede autorização específica, não
manda mesmo assim. Isso vale tanto pro confronto (Codex) quanto pra busca na web. Vale também
pros agentes paralelos: cada agente recebe o problema já mascarado.
A regra concreta do que sai: o que vai pra fora é o problema abstraído (estrutura, padrão, raciocínio), nunca o registro real verbatim. Antes de salvar o arquivo que vai pro Codex ou montar a busca, relê e confirma que nenhum campo cru passou. A pesquisa na web usa o enunciado genérico ("como resolver X nesse tipo de sistema"), nunca um dado interno colado.
Fora isso, o auto-think é leitura: não escreve em banco, não envia mensagem, não mexe em
arquivo do usuário (a não ser rascunho próprio em /tmp). Nenhuma trava dura de execução se
aplica, porque ele nunca executa — só na borda de "mandar dado pra fora" é que ele para.
Leitura de dado sensível também é graduada (do protocolo): consulta mínima e agregada,
nunca SELECT * em tabela sensível, nunca copiar dado real pra arquivo. O objetivo é entender
o problema, não baixar a base.
arquivo:linha,
comando + saída, fonte com data/versão, trecho de log). Sem prova → escrever
"ASSUMIDO, não verificado". Vale pra achado interno E pra afirmação vinda da web.Executa este ciclo do começo ao fim sem devolver o controle, exceto nas paradas da lista fechada lá embaixo. Anuncia cada virada em uma linha, mas não pede licença pra seguir.
Antes de cavar, separa o que é fato do que é suposição e decide o terreno:
/Titan:gpt-refletir, não esta skill.Aqui mora a maior diferença entre "estudar a fundo" e "pensar um pouco". Não é refletir sobre vários lados na mesma cabeça — é disparar agentes independentes, um por ângulo, cada um cego pro que os outros acham. É a cegueira mútua que dá cobertura: dois agentes que conversam convergem cedo e perdem o ponto cego um do outro.
Como disparar: um agente por ângulo via a Agent tool com run_in_background (até ~5 ao
mesmo tempo), ou via Workflow quando o problema for grande e valer orquestrar leque + confronto
junto. Os ângulos de coleta/leitura podem rodar em modelo mais leve (sonnet); a síntese e o
confronto ficam no modelo forte (opus). A regra é não estudar em série na thread principal —
era isso que fazia a skill "pesquisar pouco".
Fallback se não houver paralelo (Agent/Workflow indisponível, sem permissão, ou orçamento estourado): NÃO desiste de cobrir os ângulos — roda os mesmos ângulos em série, um de cada vez na thread principal, e marca na entrega "rodou em série, sem paralelo". Série lenta cobrindo tudo é melhor que paralelo que não existe; o pecado é deixar ângulo sem estudar, não a forma de disparar. Antes de montar um leque grande, prova numa fatia que o disparo paralelo responde (um agente de teste) — se não responder, cai pro série desde já, não no meio do ciclo.
Ângulos (no modo fundo, ≥ 4; escolhe os que cabem, mas sem encolher por preguiça):
context7, sempre disponível, nada a instalar) e, se houver, uma
skill de boas práticas instalada daquele domínio (conhecimento curado). Essas vêm ANTES da
web aberta; a web cobre o que elas não respondem. Como casar e o que fazer sem skill instalada:
logo abaixo.Pra a parte web, reusa o que já existe: /pesquisa (funil com fontes/citações) ou
deep-research (leque + verificação + síntese citada). Não reescreve um pesquisador do zero.
Pra a parte interna, lê o código/banco/arquivos com a régua de leitura mínima de dado sensível.
Fonte de domínio — só quando o problema é de uma tecnologia identificável. Isto NÃO é um passo fixo: só dispara quando o enquadramento (passo 1) marcou o problema como "domínio técnico com dono claro". Sem domínio → nem considera, não sai varrendo o catálogo de skills (varrer skill em todo problema é o mesmo pecado de inflar por chute). Quando dispara, o agente do ângulo Precedente faz, no contexto DELE (não na thread principal, pra não inchar):
context7 a doc oficial daquela tecnologia. É a
régua de maior garantia, está sempre disponível e não depende de nada instalado — em especial,
é independente do Perplexity, então se a busca web tropeçar, esta perna ainda segura o estudo.O aviso de skill faltante é GRADUADO (decidido pelo motor do passo 5, "isto muda o estado da decisão?"), porque "não parar" não pode virar "esconder que faltou algo essencial":
🅿️ opcional no fim:
"se instalar a skill X de boas práticas, eu refino — quer instalar e refazer, ou seguir assim?".Cada ângulo devolve: achados + uma ou mais soluções candidatas, cada uma com a evidência que a sustenta. Junta tudo num leque — mira ≥ 3 candidatas distintas antes de podar qualquer uma. Se os ângulos convergiram todos na mesma candidata, dispara mais um ângulo (contrário ou radical) pra garantir que não é falta de imaginação, e não convergência real.
Cada achado e cada candidata passa pelo Codex como advogado do diabo — o mesmo mecanismo do
/Titan:gpt-refletir. O Codex tenta REFUTAR: isto resolve mesmo o problema ou só um sintoma? A premissa é fato
ou foi vendida como fato? Tem caminho mais simples? A fonte sustenta a afirmação? O que
sobrevive fica; o que é refutado cai (com o motivo registrado pra a entrega).
Como chamar o Codex (mascarando dado real ANTES — ver a trava acima): a mecânica exata é UMA SÓ
e mora no motor compartilhado ../_shared/confronto-codex.md (invocação com teto de 15 min, selo
de versão, fallback) — não recopie o comando aqui. O auto-think roda sempre em xhigh +
service_tier="fast" (gpt-5.5: máximo de raciocínio na via rápida, já no comando do motor);
confronta em LOTE quando der (várias candidatas num input só) pra não estourar custo. Como montar
o manifesto e os prompts adversariais das duas rodadas: references/confronto.md.
Achar uma solução não é o fim — é o gatilho pra interrogá-la. Nenhuma candidata vira "séria" sem passar por estas quatro perguntas (cada uma com prova, não com confiança). É este portão que impede os dois medos do dono: parar na primeira e aceitar lixo.
arquivo:linha, comando+saída ou fonte oficial+data, registrando o que ela
exclui ou muda. "Parece bom" não passa. O que não deu pra provar vira ASSUMI, com o porquê.Candidata que passa nas 4 é finalista. Candidata que trava em qualquer uma cai (ou volta pro passo 2 pra ser consertada, se valer). Verificar é "o que melhora ou não de verdade".
Quanto cavar não é um número escolhido antes, nem "contar achados novos". É guiado por uma lista viva das dúvidas que, se respondidas pra um lado ou outro, mudariam a decisão. Isso é o que faz o estudo se ajustar sozinho ao problema — e o que bloqueia tanto parar raso quanto espiralar em lixo.
A LISTA VIVA (1-3 incertezas decisivas). A cada rodada, mantém no máximo 1-3 incertezas em aberto cuja resposta mudaria o ESTADO DA DECISÃO — e estado da decisão é mais que a recomendação headline: conta também subir/derrubar a confiança nela, fechar ou abrir um risco, mudar uma restrição, ou resolver uma incerteza crítica. (Um achado que não muda qual solução vence mas elimina um risco real continua valendo — por isso "muda a decisão", não "muda a recomendação".)
Como roda:
Como mata os dois extremos:
Quando para: quando não resta nenhuma incerteza decisiva aberta. Quanto insistir antes de dar uma incerteza por resolvida depende do que está em jogo: decisão trivial/reversível resolve numa passada; decisão cara ou de alto impacto pede uma rodada a mais de confirmação. Teto de segurança: 3 re-cavas é o limite duro contra espiral. Se bater o teto com incerteza decisiva ainda aberta, NÃO para calado: entrega o que tem e pergunta "ainda tem dúvida que muda a decisão e bati o teto — continuo?". O teto é rede contra descontrole, não tesoura escondida.
Antes de entregar, os finalistas (a recomendada + as alternativas reais) voltam ao Codex uma segunda vez, agora com a pergunta afiada: dessas que sobraram, qual escolher e por quê — e o que ainda fura na recomendada? Essa segunda passada é o que separa "sobreviveu por sorte" de "sobreviveu de verdade", e costuma melhorar a justificativa do veredito.
Ver "Entrega final" abaixo.
Ir fundo tem um perigo real: o confronto Codex↔Claude virar espiral — os dois discutindo sem fim, ou litigando frivolidade, queimando dinheiro sem chegar a lugar nenhum. A coleira contra isso é estrutural e contável, não um cronômetro (texto de skill não mata processo).
1. O confronto NÃO é debate. O Codex opina UMA vez por rodada; o Claude filtra cada ponto com prova e decide; acabou. Não existe réplica-da-réplica — Claude não reescreve pra rebater o Codex que reescreve pra rebater o Claude. Quem produziu não defende; quem confrontou não insiste. Uma passada, uma decisão.
2. Filtro de frivolidade. Pra cada ponto do Codex: ele muda QUAL candidata vence, ou muda se ela funciona? Sim → conta, trata. Não (questão de estilo, de gosto, melhoria cosmética, "eu faria diferente") → descarta na hora, não litiga. O que não muda o veredito não merece uma segunda chamada.
3. Orçamento de chamadas (a trava dura — porque espiral = chamadas infinitas). O ciclo todo gasta no máximo: 2 rodadas de confronto (1ª em todas as candidatas, 2ª nos finalistas) + 3 re-cavas. Bateu o teto → para e entrega o que tem, com aviso. Contar chamada o modelo consegue cumprir; matar por relógio, não.
4. O GPT tem 15 min — passou disso, travou. A chamada do Codex vai envelopada num teto de
15 min que o SO mata sozinho (o perl -e 'alarm 900' do motor compartilhado — timeout puro não
existe no Mac, perl existe no Mac e no Windows). O comando exato é o do
../_shared/confronto-codex.md; aqui só a regra: rodou mais de 15 min = travou, ponto. O
processo é morto. Mata e refaz — re-dispara a mesma chamada uma vez. Travou de novo → desiste
dela e cai no fallback de confronto (ver composição), seguindo com o que tem.
5. Agente em background que não volta não trava o ciclo. Dispara com run_in_background,
faz um check-in; o ângulo que não retornou até o ponto de síntese não segura o resto —
entrega sem ele, marcado "ângulo X não retornou". O modelo não espera infinito: segue quando os
que voltaram já dão pra decidir.
O alarm 900 do item 4 é a regra: GPT que roda mais de 15 min travou, o SO mata, refaz uma
vez. Junto com o teto de rodadas (item 3) e o agente em background que não segura o ciclo (item
5), nada fica pendurado.
O auto-think é larga-e-some. Só devolve o controle nestes casos:
Fora disso: não pergunta "sigo?" depois de cada etapa — segue e anuncia em uma linha. Em especial, não para pra perguntar se deve ir fundo — fundo é o padrão.
O usuário pode não entender de IA. Uma apresentação confusa faz ele decidir errado mesmo com estudo bom — então a entrega é parte do trabalho, não enfeite no fim. A entrega é traduzida: português comum, sem jargão; termo que ele conhece (deploy, merge, cache, MCP) pode aparecer, o resto vira analogia ou nota técnica que ele abre se quiser. Sem infantilizar — ele é esperto, só não é da área; linguagem clara não é linguagem de bebê.
Por que este padrão é assim (saiu de um estudo do próprio auto-think, confrontado): o leigo lê em camadas e desiste cedo, trata palpite e fato com a mesma fé se aparecem igual, e o que ele MAIS precisa pra decidir não é "qual a melhor" e sim "quão certo você está e qual o tombo se errar". O padrão é desenhado pra entregar isso nos primeiros 5 segundos de leitura.
Curto é regra: o CHAT recebe só o enxuto; o aprofundamento vai pra um ARQUIVO que ele abre se quiser (igual o claudex faz com o plano). Nada de manchete subjetiva tipo "em que pé ficou" — abre com o diagnóstico concreto. A ordem abaixo é fixa: o usuário decora o mapa uma vez.
1. 🧠 DIAGNÓSTICO — o que é, com prova. Diz CLARAMENTE o que o estudo achou e de que TIPO é.
O tipo vem de uma lista FECHADA, pra "não achei nada" ser resposta de primeira classe e o agente
nunca inventar solução pra preencher formato: ACHEI A SAÍDA · EMPATE · SEM SAÍDA BOA ·
SEM EVIDÊNCIA PRA DECIDIR · OPORTUNIDADE · O PROBLEMA É OUTRO · CONTRADIÇÃO/BUG ·
AINDA INVESTIGANDO.
Achado/Pergunta | Veredito | Prova. Veredito curto e tipado
(✅/❌/⚠️ + 1 frase). A coluna Prova carrega a confiança (prova forte = certeza alta) — não
precisa de bloco "confiança" à parte. Prova em linguagem de origem, adulta: "fui lá e contei",
"é o padrão, não testei no seu caso", "é leitura minha — confirme antes".2. 🎯 RECOMENDO — em 1 frase. A recomendação direta. Se não há uma clara, o tipo do diagnóstico já disse (EMPATE, SEM SAÍDA BOA) — não inventa recomendação pra preencher.
3. 🗺️ SÓLIDO / HIPÓTESE / NÃO FAÇA — o mapa do terreno. Três rótulos:
4. 🔬 COMO ESTUDEI — curto, mas COM AS FONTES. 1-2 linhas: ângulos, confrontos, custo de ir
fundo. Nunca omitir as fontes (web com nome/data, arquivo:linha, comando) — a rastreabilidade
importa pro usuário. Curto não é vago: cita de onde veio, só não se alonga.
5. 👉 O QUE VOCÊ DECIDE — a decisão, nunca ordem solta. A/B/C objetivo, cada opção com ganha/perde dos DOIS lados. Reversibilidade colada aqui ("reversível num clique" vs "difícil de desfazer"). É uma ESCOLHA ("A ou B", "me autoriza", "me dá o dado X"), não "vá fazer". Se uma opção domina, "as outras eram piores, nem listo" — não fingir empate (falsa simetria paralisa).
6. ▸ DETALHE COMPLETO EM <arquivo>. O fundo do estudo — as correções do confronto, o mapa
completo, o que o Codex matou, raciocínio longo — vai pra um .md em disco; o chat mostra só a
linha apontando. O usuário abre se quiser cavar. É isso que mantém o chat enxuto sem perder nada.
🧠 DIAGNÓSTICO — [TIPO]: <o que é, 1 frase leiga>
| Pergunta / Achado | Veredito | Prova | ← tabela se vários achados; 1-2 linhas se um só
| <o que checou> | ✅/❌/⚠️ <frase> | <evidência em linguagem de origem> |
🎯 RECOMENDO: <1 frase>
🗺️ SÓLIDO / HIPÓTESE / NÃO FAÇA:
✅ Sólido: <pode confiar>
🟡 Hipótese: <vale, mas é pra testar — não é verdade ainda>
☠️ Não faça: <o veneno — o que te engana>
🔬 Como estudei: <ângulos + confrontos + custo, curto> · Fontes: <web com data / arquivo:linha>
👉 O QUE VOCÊ DECIDE: <A/B/C, ⚖️ ganha X / perde Y + reversível ou não>
▸ Detalhe completo em: <caminho do .md>
Sem jargão; sem infantilizar (ele é esperto, só não é da área); nunca estimar tempo (custo é qualitativo: escopo, reversível/destrutivo, dependência nova — nunca "leva X horas").
O auto-think depende de acionar outras peças: o Codex (via Bash, comprovado), /pesquisa e
deep-research (via Skill), e agentes paralelos (via Agent/Workflow). Antes de montar um ciclo
grande num problema novo, prova numa fatia pequena que a peça que você vai usar responde
(uma chamada de Codex de teste, uma busca curta) — assim um problema de encaixe aparece cedo,
não no fim de um ciclo caro. Se uma peça falhar (Codex fora, pesquisa sem resultado), o ciclo
não trava: degrada com aviso (confronto vira um agente Claude separado e adversarial, marcado
"revisão de menor garantia — mesmo modelo") e segue, dizendo na entrega o que rodou sem a peça.
Ir fundo com agentes paralelos é mais barato em tempo do que parece: 4-5 ângulos em background terminam quase juntos, não em fila. O gasto real é em tokens e em chamadas de Codex — e esse é o custo que o usuário aceitou ao chamar uma skill chamada "estudar a fundo".
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