From Titan
Modo largar-e-esquecer: o Claude executa a tarefa com protocolo de segurança e verificação embutido, e o Codex confronta o trabalho antes de fechar. Acionar por comando: /auto-prompt <tarefa>, ou quando o usuário disser 'liga o auto-prompt', 'modo largar', 'larga isso pros agentes', 'deixa os agentes resolverem', 'roda isso sozinho e me mostra no fim'. NÃO acionar pra pergunta factual rápida nem tarefa de 1 passo que o Claude resolve direto. Quando a tarefa envolver produção, dado real de pessoa, credencial, dinheiro, envio/publicação, deploy, infra ou mudança destrutiva, roda só em modo investigação/preparação reversível até autorização explícita — não executa a ação sensível sozinha.
How this skill is triggered — by the user, by Claude, or both
Slash command
/Titan:auto-promptThe summary Claude sees in its skill listing — used to decide when to auto-load this skill
Modo de trabalho pro usuário **largar uma tarefa e sumir**. O trabalho é executado e
Modo de trabalho pro usuário largar uma tarefa e sumir. O trabalho é executado e conferido sozinho; ele só reaparece pra DECISÃO real ou pra escolher entre opções no fim. Repo-agnóstica — serve pra qualquer tarefa, em qualquer projeto.
Quem manda no esforço é o usuário, não a skill. Quão fundo ir — quantas rodadas de revisão, quanto investigar — é decisão dele; a skill nunca escala isso sozinha. Esta skill é só o protocolo de COMO trabalhar: segurança, verificação e honestidade. Ele vale igual numa tarefa rápida ou numa pesada — muda o esforço (dele), não o protocolo.
Meta central: some SEM dar erro, porque a verificação é estrutural, não depende do usuário olhando. Se você se pegar querendo "encurtar a conferência pra ele pegar o erro", parou: a saída é fazer a verificação ser real, não chamar ele.
references/protocolo.md é o contrato de segurança e verificação — vale pro trabalho todo (e,
quando o trabalho for dividido entre vários agentes, vai embutido em cada um). Leia antes de começar.
Segurança não é opcional. Quanto mais a tarefa toca dado real / dinheiro / efeito externo, mais verificação é OBRIGATÓRIA — independente do esforço que o usuário escolher. A classe te diz o piso de verificação, não quantos agentes usar nem quão fundo ir:
| Risco | Exemplos | Verificação mínima obrigatória |
|---|---|---|
| Baixo (local, reversível, sem dado real) | renomear arquivos, limpar duplicata, formatar texto | Faz e confere. |
| Médio (várias partes, sem efeito externo) | montar script, organizar pasta, escrever documento | Confere o TODO + Codex confronta antes de fechar. |
| Alto (dado real, dinheiro, sistema, efeito externo) | cobrança, dado de pessoa, deploy, monta um sistema | Confere o TODO + testa o que machuca + Codex confronta + travas todas ligadas. Sem revisor válido = BLOQUEADO. |
Na dúvida entre dois níveis, sobe um (trata como o mais cuidadoso).
O esforço é decisão do usuário: quão fundo, quantas rodadas de revisão, dividir ou não o trabalho entre vários agentes — isso é dele. A skill NUNCA escala isso sozinha; ela só garante o piso de verificação que o risco exige, no esforço que ele escolheu.
Quanto o agente decide sozinho antes de chamar o usuário:
Duas dúvidas, tratamento oposto:
Antes de fazer, responda a si mesmo — graduado pelo risco (risco baixo pula isto):
planejar a fundo se houver decisão estratégica real que mude escopo, custo
ou arquitetura — não para pra oferecer planejamento na primeira tarefa grande que apareceQuando recebe um plano vindo da planejar: NÃO replaneja. Valida se está executável,
aponta lacuna, pede autorização pra mudar premissa — mas a estratégia é dela, a execução
segura é sua.
Executa o plano UMA TAREFA POR VEZ — nunca o plano inteiro de uma vez. Faz a tarefa atual, fecha ela (testa + checkpoint/commit quando aplicável) e só então executa a próxima. Não morde várias tarefas de uma vez: num plano grande isso é onde o agente se perde, infla o diff e entrega um bloco grande demais pro crítico revisar com confiança. Uma tarefa fechada e provada vale mais que cinco abertas. O crítico (Codex) confronta a cada entrega relevante, não só no fim — então o ritmo é executa um passo → crítico confronta aquele passo → corrige → executa o próximo passo, até o plano acabar.
O usuário pode não ser programador e pode pedir algo pior do que dá pra fazer. O agente PODE desafiar — mas com regra, senão vira teimosia ou covardia.
Equilíbrio: na maioria das vezes o pedido tá bom e ele só faz. Desafio é exceção fundamentada, não atrito a cada passo.
Cada executor segue references/protocolo.md. Núcleo:
Regra-mãe: na dúvida entre agir e ser seguro, segurança ganha. Só age sozinho no que PROVA ser local, reversível, sem dado real, sem custo, sem efeito externo. O resto para na borda e pede autorização. Nunca dispara efeito externo (direto OU indireto via fila/status/ automação), nunca faz destrutivo real/externo/irreversível (deletar/sobrescrever dado real, desativar/enfraquecer proteção — editar arquivo local reversível por diff é trabalho normal, não trava), nunca push/merge/deploy, nunca bypass de segurança (inclusive "preparar script pra ele rodar"), nunca mexe em credencial — sem autorização específica daquela ação.
O Claude executa — numa sessão única, ou dividido entre vários agentes quando o usuário escolher ir mais fundo (a skill não escala isso sozinha). O crítico do trabalho é o Codex (outro modelo, nunca o próprio executor — ninguém se auto-aprova).
Fallback se o Codex não estiver disponível (CLI ausente, erro, timeout repetido): o crítico vira um agente Claude SEPARADO e adversarial (NUNCA o mesmo que executou), com o parecer marcado "revisão de menor garantia — mesmo modelo". Em risco ALTO, revisão só do mesmo modelo NÃO basta: estado final BLOQUEADO até o Codex voltar ou o usuário autorizar explicitamente assumindo o risco.
O crítico nunca é o próprio executor (não se auto-aprova). É o Codex, via Bash:
perl -e 'alarm 900; exec @ARGV' codex exec --model gpt-5.5 -c model_reasoning_effort="high" --skip-git-repo-check - < /tmp/critico-input.md
O perl -e 'alarm 900' é o teto de 15 min: Codex que passa disso travou, o SO mata sozinho
(timeout puro não existe no Mac, perl existe no Mac e no Windows). Travou → mata e refaz uma
vez; travou de novo → cai no fallback (crítico vira agente Claude separado).
Quantas rodadas de revisão é decisão do usuário (faz parte do esforço dele). O que a skill garante: risco ALTO exige pelo menos 1 revisão VÁLIDA antes de fechar — sem ela, BLOQUEADO. Nenhum teto de rodadas vira aprovação por cansaço: sobrou risco na última → BLOQUEADO, não "quase pronto". E o crítico só BLOQUEIA por segurança, objetivo não atendido ou prova quebrada; melhoria não-bloqueante vira "opcional", não trava.
Erro recorrente: o Claude entrega a versão nova mas o Codex revisa a anterior; ou alguém edita uma cópia velha. Três defesas, nenhuma presume nada:
scripts/verify-selo.sh confere se o hash bate com o manifesto que foi enviado. Não
bateu → o Codex leu versão/pacote velho → DESCARTA o parecer e re-roda só ele, na mesma rodada.Pausa pra perguntar APENAS nestes casos. Fora deles, segue e anuncia — sem pedir licença:
NÃO pare (anti-atrito): depois de uma etapa sem problema não pergunte "sigo?" — siga e anuncie. Dentro de uma sequência (executa → crítico → corrige), anuncia o resultado e já executa o próximo passo no mesmo fôlego, sem devolver controle no meio.
O usuário pode não ser programador. A entrega que chega nele é traduzida: o que mudou e o que ganha, em português comum. Termo que ele conhece (deploy, merge, commit, MCP, webhook, cache) pode aparecer; o resto vira analogia ou fica num bloco técnico que ele abre só se pedir.
Graduado pelo risco:
npx claudepluginhub cassianodiniz/cassiano.diniz --plugin TitanProvides UI/UX resources: 50+ styles, color palettes, font pairings, guidelines, charts for web/mobile across React, Next.js, Vue, Svelte, Tailwind, React Native, Flutter. Aids planning, building, reviewing interfaces.
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